sexta-feira, 4 de março de 2011

"Abre a janela agora, deixa que o sol te veja. É só lembrar que o amor é tão maior, que estamos sós no céu; Abre as cortinas pra mim, que eu não me escondo de ninguém, o amor já desvendou nosso lugar e agora está de bem(...)"


Conversa de botas batidas - Los hermanos

terça-feira, 1 de março de 2011

Hoje me bateu uma saudade tão grande. Não uma saudade ruim, mas aquela saudade boa, que traz calma, que te abraça. Fui lembrando de alguns momentos bons, viajei longe e fundo no passado e quando eu voltei vi que estava rindo sozinha de coisas "bobas". Percebi que eu não me arrependo de nada que eu tenha feito, e que o agora só tá legal, porque o ontem, que foi melhor ainda, me trouxe até aqui. 

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

"Tanto tempo faz, que li no seu olhar a vida cor de rosa que eu sonhava. E guardo a impressão de que já vi passar um ano sem te ver, um ano sem te amar! Ao me apaixonar por ti não reparei que tu tivestes só entusiasmo, e para terminar, amor assinarei do sempre sempre teu.."




quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

e agora

Os dias estão passando com a mesma velocidade com que eu pisco os meus olhos, e isso me amedronta bastante. Não pelo fato de saber que a cada dia que passa eu envelheço um pouco, mas sim, por pensar que eu posso não conseguir acompanhar esse “relógio da vida” que anda batendo tão depressa. É como se eu fosse ser deixada pra trás no primeiro momento que eu desse uma distraída. Essa semana, indo trabalhar eu testemunhei um acidente horroroso que causou a morte de um rapaz de 28 anos, por uma questão de segundos, bastou um momento de distração pra vida vim pregar uma lição, é frio pensar que agora pronto, acabou. Foi definitivo. E se eu fosse a distraída da vez? Como ficariam os meus compromissos, minhas contas? Quem iria revirar a minha gaveta e desfazer das minhas coisas, que já não seriam tão minhas assim. Estranho mesmo é pensar no que fazer depois da morte, vai que a vida entende tudo errado e resolve antecipar sua data de partida. É melhor não arriscar. Mas, se eu pudesse escolher o meu dia de morte não seria hoje, amanhã, na semana que vem e nem nos próximos mil anos. Sabem-se lá quando eu vou conseguir realmente fazer tudo que eu tenho planejado pro agora e pro em diante. É. 

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

"Vem, me dê a mão, a gente agora já não tinha medo. No tempo da maldade a gente nem, tinha nascido.."


segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Hoje, vi que tenho cara de idiota. Por tantos mil dias vividos,  por que será que os espelhos insistiram tanto em mentir pra mim? Essa sutil falta de fidelidade, só veio acabar agora, e logo agora que eu estava me achando. Palhaçada. Não existe, nem nunca existiu piada nesse mundo mais sem graça que a própria vida. Crio um sistema, uma rotina, algo que me deixa feliz todos os dias, e quando percebo que o sistema é falho já é tarde demais pra fazer as modificações necessárias. Mas, se a felicidade era tão superficial assim, posso ficar bem em saber que, de acordo com o dicionário a tristeza não passa do antônimo da felicidade, é só a palavra do contra, ela apenas recebeu a missão de dar uma rebatida nessa vidinha de sempre. Uma pena ter que admitir que ela tenha feito isso assim, tão bem.